Em formação

Plantas em vaso: Salvia, Salvia splendida, Salvia argentea, Salvia azurea, Salvia coccinea, Salvia elegans ou S. rutilans, Salvia farinacea ou S. azzurra, Salvia fulgens, Salvia grahamii, Salvia greggii, Salvia haematodes, Salvia horminum, Salvia lavulifolia, Salvia miltiorrizha, Salvia neurepia, Salvia officinalis, Salvia patens, Salvia pratensis, Salvia sclarea, Salvia splendens ou S. brassiliensis, Salvia uliginosa, Salvia x superba ou S. virgata nemorosa, Salvia virgata

Plantas em vaso: Salvia, Salvia splendida, Salvia argentea, Salvia azurea, Salvia coccinea, Salvia elegans ou S. rutilans, Salvia farinacea ou S. azzurra, Salvia fulgens, Salvia grahamii, Salvia greggii, Salvia haematodes, Salvia horminum, Salvia lavulifolia, Salvia miltiorrizha, Salvia neurepia, Salvia officinalis, Salvia patens, Salvia pratensis, Salvia sclarea, Salvia splendens ou S. brassiliensis, Salvia uliginosa, Salvia x superba ou S. virgata nemorosa, Salvia virgata

Classificação, origem e descrição

Nome comum: Sábio, sábio esplêndido (para Salvia splendens).
Tipo: Sábio.

Família: Labiatae.

Etimologia: do latim "save", pelas virtudes curativas que os romanos atribuíam a S. officinalis.
proveniência: é difundido em todas as regiões temperadas do globo.

Descrição do gênero: inclui cerca de 700 espécies de plantas herbáceas (anuais ou perenes, rústicas, semi-vírus ou delicadas) e sufruticose (perenes e sempre-vivas), que apresentam folhas de formas diferentes, dependendo da espécie: inteiras, crenadas, com margens dentadas, lobadas mais ou menos profundamente. As flores tubulares, bilabiadas (com o lábio superior em forma de capacete), florescem nos ouvidos ou nas espirais. O sábio de cozinha comum (S. officinalis) e o sábio para perfumes (S. sclarea) também pertencem ao gênero. Geralmente, os sábios são usados ​​para decoração de jardins, para formar canteiros de flores (S. horminum, S. patens, S. splendens) e bordas (S. argentea, S. haematodes, S. superba) ou para bordas mistas (espécies semifruticóticas) )
Nota: evitar o uso em altas doses durante a gravidez.

Salvia splendens (foto do site)

Espécies e variedades

Sálvia prateada: nativa das regiões mediterrâneas, esta espécie herbácea perene, cultivada como bienal, possui folhas tomentosas ovadas-triangulares (cobertas com um cabelo grosso e sedoso de cor branco prateado), reunidas em rosetas. Em junho-julho, produz flores brancas, com tons malva, com 3-4 cm de comprimento. aparecendo juntos em vértices ramificados. Cresce até 40-70 cm. alto e plantado em intervalos de 30-40 cm.

Azuréia sálvia: nativa das regiões norte da América do Norte, apresenta folhas opostas, estreitas e oblongas, com margens inteiras ou com dentes irregulares, de cor verde glaucosa. Em agosto-setembro, produz picos de flores azuis. Eles podem ser usados ​​para bordas mistas ou como uma amostra isolada. Ele prefere uma exposição ensolarada ou parcial à sombra. Multiplica-se, na primavera, pela divisão dos tufos. Entre as variedades do mercado, lembramos: "Angustifolia", com folhas muito estreitas e "Grandiflora" ou S. pitcheri, com as maiores flores da espécie tipo e folhas de tomentose, de cor verde acinzentada.

Coccinea sálvia: nativa da região mediterrânea, esta espécie herbácea perene se desenvolve em arbustos de até um metro de altura, que no verão produzem flores vermelhas escarlates.

Salvia elegans o S. rutilans: nativa do México e guatemalteca, esta espécie semi-rústica e sucruticótica possui hastes vermelhas que ostentam folhas ovais, pontudas e tomentosas, de cor verde claro. De junho a setembro, às vezes até no inverno, produz espirais frondosas de flores escarlates. Cresce até 60 cm. em altura e largura. As folhas têm um aroma característico de abacaxi e podem ser usadas para melhorar o sabor de pratos à base de aves, suínos e queijos. Os mais novos podem ser fritos na manteiga e servidos com creme. Eles também são usados ​​no pot-pourri e queimados para desodorizar os quartos.

Salvia farinacea o S. azzurra: nativa do Texas, esta espécie perene, mas delicada, que forma arbustos espessos de 60 a 80 cm. alto, possui folhas ovais, estreitas, dentadas, aromáticas, verde claro e levemente glaucosas. Em junho-agosto, produz espigas de flores azuis ou lilás, que lembram lavanda. Pode ser cultivada em qualquer solo fértil, tanto em posição ensolarada quanto em sombra parcial. Multiplica-se pela divisão dos topetes na primavera.

Salvia fulgens: nativa do México, esta espécie sufruticose e semi-rústica tem folhas com uma borda afiada e amarrada em forma de oval, com margens crenadas, com a página superior levemente tomentosa e a inferior branca e coberta com um cotão espesso. De julho a final de setembro, produz flores com 3-5 cm de comprimento. cor escarlate brilhante. Cresce até 60-90 cm. alto e 50 cm. em diâmetro.

Salvia grahamii: nativa do México, esta espécie sempre-verde de sufruticose, adequada para climas temperados, tem um hábito ereto, não muito compacto, com galhos finos que ostentam folhas opostas, com uma folha ovada, dentada e de cor verde clara que, se esfregada, exala um aroma agradável que lembra da groselha preta. De junho a outubro, produz flores emparelhadas, reunidas em racemos terminais de 15 cm de comprimento, de cor vermelho rubi. Cresce até 1-1,5 m. alto e prefere solos não muito ricos, quentes e ensolarados. Multiplica-se por corte herbáceo ou é semeada na primavera, em estufa.

Salvia greggii: nativa do México, esta espécie perene e sempre-verde, semelhante a S. grahamii e, como esta, adequada para climas temperados, tem um porte difuso com galhos levemente pendurados, que apresentam folhas oblongo-lanceoladas, com 2-4 cm de comprimento, de cor verde escuro, não aromático. Em junho, produz racemos terminais, de 10 a 15 cm de comprimento, formados por flores vermelhas carmim em grupos de 2 a 3. Cresce até 1-1,5 m. em altura.

Salvia haematodes: originária da Grécia, esta espécie perene e rústica (exceto em áreas de clima muito frio), usada como bienal, tem caules eretos e ramificados, que ostentam folhas grandes em forma de coração ovaladas, com uma lâmina enrugada, de cor verde acinzentada ou verde-claro e coberto de pelos prateados. De junho a setembro, produz flores em forma de funil, de 2-3 cm de comprimento, de cor rosa azul-violeta, que aparecem reunidas em grandes panículas esparsas. Cresce até 1,5 m. alto e prefere solos não muito ricos e ensolarados. Ele se reproduz por sementes em julho.

Salvia horminum: nativa do sul da Europa (incluindo a Itália), esta espécie anual semi-rústica, também chamada de sálvia verde, tem um hábito de crescimento ereto e ramificado, com folhas ovais ou oval-oblongas, obtusa, com base arredondada, macia e tomentosa. De maio a julho, produz flores com 1-2 cm de comprimento, variando na cor do rosa pálido ao roxo, violeta e equipado com brácteas roxas brilhantes. Cresce até 50 cm. alto e prefere sol ensolarado e quente. Ele se reproduz por sementes em março. Entre as variedades do mercado, lembramos: "Alba", com brácteas brancas; "Blue Berd", com brácteas azul-púrpura intensas; "Oxford Blue", com brácteas azuis; "Sundae rosa", com flores rosa e brácteas vermelhas; "Buquê de monarca", mistura de variedades com brácteas de cores diferentes (branco, rosa, vermelho, roxo, azul); "Pupurea", com brácteas vermelho-púrpura; "Violacea", com brácteas azul-violeta.

Salvia lavandulifolia: esta espécie apontou, folhas balsâmicas com cores variando de verde-azulado a cinza. Produz flores azul-violeta.

Salvia miltiorrizha: nativa da China, esta espécie perene possui folhas pecioladas longas, com uma folha lobada verde (3-5 lobos com a central maior que as demais), com margens recortadas. No verão, produz flores de violeta azul. As raízes frescas são escarlates e redondas. em altura.

Sage neurepia: nativa do México, esta espécie de sufruticose possui folhas aromáticas, de formato ovalado e de cor verde claro. De julho a setembro, produz flores com 2-3 cm de comprimento. carmim de cor vermelha. Cresce até 1,2-1,5 m. alta e 0,9-1,2 m. Largo.

Salvia officinalis: nativa do sul da Europa (incluindo a Itália), esta espécie sufruticose e perene apresenta folhas pecioladas, opostas, ovate-lanceoladas, enrugadas, verde-acinzentada ou verde-cinza-prateada (mais clara na página inferior) e tomentosas. Em junho, produz orelhas terminais de flores tubulares, roxas ou lilás-roxas. Desenvolve até 1 m. em altura. É considerada uma planta rústica, mas em áreas excepcionalmente frias é bom protegê-la com palha ou outro. Prefere solos bem drenados e ensolarados. Multiplica-se por estacas, entre março e setembro. É muito usado na cozinha e fitoterapia. Entre as propriedades medicinais das folhas, encontramos a ação no sistema nervoso do chá de ervas. Sage também contém substâncias que regulam a menstruação e aliviam o desconforto da menopausa. Podem ser adicionadas flores de sálvia à salada. Plantas cultivadas em locais secos e em pleno sol têm folhas mais perfumadas. As folhas também são mais perfumadas se coletadas antes do aparecimento das flores. É multiplicado pelo corte de madeira macia, obtido no início do verão. Entre as variedades do mercado, lembramos: “A Foglia Larga”, com folhas particularmente grandes, transportadas por caules de seção quadrada; "Alba", com flores brancas; "Icteriana", com folhas variadas de amarelo e verde; "Prostrata", com folhas balsâmicas; "Purpurescens", com folhas roxas (a infusão de suas folhas é usada para tratar a inflamação da garganta); “Purpurescens Variegata”, que apresenta variações de branco, pêssego, rosa e roxo em flores, brácteas e folhas e caules vermelhos; "Tricolor", com folhas verdes com margens rosa e branca, que apresentam protuberâncias diminutas.

Salvia patens: nativa do México, esta espécie herbácea perene, geralmente cultivada anualmente, tem raízes tuberosas e folhas ovadas, de cor verde brilhante, com margens de crenato dentado e um ápice acentuado. Em agosto-setembro, produz flores de 5 cm de comprimento. cor azul profundo. Cresce até 30-70 cm. Tem muito gelo e, em regiões de clima frio, os tubérculos devem ser removidos do solo (durante o inverno) e armazenados em local seco e fresco, para serem replantados na primavera. Em regiões de clima ameno, os tubérculos podem ser deixados sem perturbações por anos. Multiplica-se pela divisão dos tubérculos na primavera. Entre as variedades do mercado, lembramos: "Alba", com flores brancas; "Cambridge Blue", com flores azuis claras.

Salvia pratensis: nativa das áreas mediterrâneas, esta espécie herbácea, perene e rústica possui hastes eretas e ramificadas que carregam folhas basais cordiais e folhas caules sésseis, ovais na parte central e lanceoladas no final. As flores azuis ou violetas florescem juntas em longos cachos.

salva esclereia: nativa da Europa e da Ásia, esta espécie bienal e rústica possui grandes folhas aromáticas, ovais ou em forma de coração, com margens dentadas e cobertas por um fino cabelo branco prateado. Em junho-julho, produz panículas ramificadas de flores branco-azuladas ou branco-arroxeadas, com 3 cm de comprimento. e cercado por brácteas de cor variável, do branco ao rosa, do malva ao pêssego, do rosa ao lilás. É cultivada em bordas e canteiros de flores ou isolada. Cresce até um metro de altura. e prefere solos bem drenados e férteis e posições ensolaradas. É semeado em junho-julho e plantado no outono. As plantas assim obtidas florescerão no ano seguinte. Um destilado de folhas e flores acalma os olhos cansados. Um óleo essencial usado na perfumaria é extraído das folhas. Na aromaterapia, é usado para tratar problemas de estresse, fadiga, digestivo, menstrual e asma. Tomado simultaneamente com álcool, pode causar náuseas. A variedade "Turkestanica" tem flores brancas com tons de rosa.

Salvia splendens o S. brasiliensis: nativa do Brasil, esta espécie herbácea, semi-rústica e perene, geralmente cultivada anualmente, possui folhas com lâmina, ovalada, afiada, com margens dentadas e cor verde brilhante. De maio a outubro, produz espigas terminais de flores insignificantes, cercadas por brácteas vermelhas brilhantes, que muitas vezes são confundidas com as próprias flores. Cresce até 30-40 cm. alto e deve ser plantado em intervalos de 20 a 35 cm. É facilmente atacado pela aranha vermelha. Multiplica-se cortando, no outono, com galhos de 5-8 cm de comprimento. (para o qual apenas as folhas superiores são deixadas). Se você prefere semear, deve proceder de janeiro a fevereiro, em um leito quente a uma temperatura de 18 a 20 ° C. As mudas aparecerão dentro de 10 a 14 dias. Entre as variedades do mercado, encontramos: "Agena", com flores rosa; "Brasier", anão e precoce; "Carabiniere", anão e precoce, com flores escarlates e folhas verde-azuladas; "Calypso", com flores rosa; "Royal Purple", com flores roxas escuras; "Pirata", muito alto com flores vermelhas fogo.

Sálvia uliginosa: nativa do Nordeste da América, esta espécie, adequada para climas temperados, possui hastes finas com folhas oblongas, dentadas e verde-escuras. de julho a outubro, produz orelhas eretas e ramificadas, formadas por muitas flores azuis. Cresce até 1,5 m. alto e prefere solos úmidos e ensolarados. Multiplica-se pela divisão dos topetes na primavera; é semeado em estufa quente, de janeiro a fevereiro.

Sage x superba o S. virgata nemorosa: este híbrido de horticultura tem uma forma compacta e espessa, com hastes eretas com folhas ovadas oblongas. De junho a final de setembro, produz flores com 2-3 cm de comprimento, de uma intensa cor azul-púrpura.

Salvia virgata: nativa das áreas do Mediterrâneo, esta espécie apresenta folhas semelhantes às da urtiga (em tamanho e forma), que se esfregadas emitem um aroma agradável. De junho a agosto, produz panículas eretas, grandes e ramificadas, formadas por flores azuis em forma de funil. Multiplica-se por divisão na primavera. É semeado em cassone ou estufa em julho.

Salvia officinalis (site de fotos)

Requisitos ambientais, substrato, fertilizações e precauções especiais

Temperatura: as espécies sufruticidas precisam de uma temperatura mínima de inverno não inferior a 5 ° C (em regiões com clima severo, é ideal cultivá-las em vasos que podem ser movidos para um local protegido no inverno). As espécies perenes cortam ao nível do solo em novembro.
Luz: exposição ao sol.
Rega e umidade ambiental: água em abundância durante o ciclo vegetativo.
Substrato: qualquer solo de jardim bem drenado; para espécies sufruticulares cultivadas em vasos em regiões de clima frio, use um composto à base de solo de jardim, turfa e solo de envasamento.
Fertilizações e truques especiais: as espécies anuais de semi-vírus e sufruticose são plantadas em maio; para as perenes rústicas e semirusóticas, é realizada em outubro ou março. As espécies anuais precisam de uma cobertura inicial (quando as mudas têm 5-8 cm de altura), para facilitar a ramificação. Algumas espécies como S. haematodes precisam de apoio se cultivadas em áreas com muito vento. As espécies sufruticulares perenes temem temperaturas abaixo de 5 ° C. Portanto, é bom cultivá-las em vasos de 15 a 20 cm. de diâmetro que pode ser levado ao ar livre de maio a setembro e protegido na estação mais fria.

Multiplicação

Multiplicação: as espécies anuais são semeadas em fevereiro-março, em bacias cheias de composto de sementes e mantidas a uma temperatura de cerca de 18 ° C. As novas plantas terão que ser reembaladas e mantidas em um recipiente frio até maio, um período adequado para o plantio.
As espécies de sufruticose se multiplicam, de abril a maio, enraizando-se em uma mistura de turfa e areia, mantidas úmidas, em uma caixa de multiplicação fria a uma temperatura de 16 a 18 ° C, estacas retiradas das brotações laterais não florais. Depois de enraizar, as novas mudas deverão ser repotadas em vasos de 7-8 cm. de diâmetro, preenchido com o solo de envasamento utilizado para plantas adultas. Eles serão mantidos em frigoríficos até maio do ano seguinte, período em que podem ser plantados definitivamente.
As espécies perenes rústicas e semi-perenes se reproduzem por sementes (S. haematodes e S. patens) e multiplicam-se por divisão dos tufos (S. x superba - entre setembro e março e S. haematodes) ou plantando diretamente os rebentos laterais fornecidos de raízes (S. argentea, em abril).
Um caso em si representa S. officinalis, que pode ser multiplicado pelo enraizamento de estacas de madeira macia, que podem ser plantadas já na primavera seguinte.
Poda: as espécies anuais precisam de uma cobertura inicial (quando as plantas têm 5-8 cm de altura), para facilitar a ramificação. As espécies perenes são podadas ao nível do solo em novembro. As espécies de sufruticose devem ser submetidas a cortes regulares de brotos (2 a 3 vezes por ano), durante a estação de crescimento, especialmente se forem espécimes cultivados em vasos. Em fevereiro, a mesma espécie deve ser podada, cortando todos os caules para 10-15 cm. da base. No mesmo mês, a manutenção das amostras cultivadas ao ar livre deve ser realizada eliminando galhos secos ou danificados.

Doenças, pragas e adversidades

- Ácaro vermelho: ácaro que se desenvolve facilmente em ambientes quentes e secos. Manifesta-se pelo aparecimento de teias de aranha escuras na parte inferior das folhas. Pode-se impedir que apareça borrifando as folhas e mantendo a umidade ambiente alta (por exemplo, colocando a planta em uma tigela cheia de seixos sempre mantidos úmidos, garantindo que a água nunca chegue ao fundo da panela). É combatido com produtos acaricidas.


Vídeo: How to series: Pruning Salvia elegans (Pode 2021).